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BOBOS DA CORTE

O ser humano ao nascer, ele não escolhe a que família vai pertencer.
Estes seres começam as suas vidas do modo de como encontra a estrutura da família. Se é numa família nobre, vão receber bons ensinamentos como também o seu caráter e a sua personalidade são formados com os parâmetros que são requeridos. Porém se estes indivíduos são advindos de uma família onde os seus pais tiveram uma aventura e consequentemente um filho indesejável, visto que, o pai já havia antes constituído uma família à qual dava todo carinho e amor, estas criaturas irão se desenvolverem sem qualquer preparo para a vida pela frente tornando-os verdadeiros ignorantes, incultos e mentirosos enveredando para a ingestão de cachaça (droga considerada como lícita)
Transpondo muitas barreiras como por exemplo a fome, estes indivíduos conseguem se safarem por piedade através de migalhas de amigos e vizinhos.
Fazendo biscates um aqui, outro ali, eis que conseguem trabalhar, conseguindo formar uma família, também sem estrutura, diga-se de passagem, vão levando a vida.
Ignorando os direitos e deveres das pessoas que estão à sua volta e já com a idade passando dos quarenta acham que são “os donos do pedaço” com arrogância mostrando despreparo cultural e psicológico.
Enche a sua casa de elementos iguais a eles sem qualquer indício de cultura busca ocultar toda a ignorância através das esbórnias promovidas regadas a cachaça e cervejas com  gritarias e músicas de estilo pejorativo desrespeitando todas as pessoas que estão no entorno.
Será que ainda haverá jeito para estes “BOBOS DA CORTE”?

  
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Ao contrário do que parece, a astronomia garante que nossos dias têm ficado mais longos

Astrônomo do Observatório Real de Greenwich, no Reino Unido, explica a origem do sistema criado pelo homem para demarcar com precisão a passagem do tempo


Por BBC

CIÊNCIA E SAÚDE


                               
Como seria se não houvesse medidas precisas de tempo? Nada de horas ou minutos?
A importância desse sistema em nossas vidas é tal que fica difícil vislumbrar a vida sem relógios, mas um dia já foi assim – e coube ao homem criar uma forma de demarcar a passagem do tempo com exatidão.
Mas como os dias acabaram sendo divididos em 24 horas? Ou se convencionou que o sentido horário seria da esquerda para a direita?
Marek Kukula, astrônomo do Observatório Real de Greenwich, em Londres, no Reino Unido, responde a esta e outras dúvidas e curiosidades sobre o tempo.

Por que os dias são divididos em 24 horas?

Isso remonta ao Egito antigo e seu sistema de divisão dos períodos de luz do dia e de escuridão, segundo o especialista.
"De noite, eles dividiram o céu em dez seções iguais tendo certas estrelas como referência e ainda com outras duas seções específicas para o poente e o nascente", diz Kukula.
"Durante o dia, eles usavam relógios solares e decidiram dividir o dia também em 12 partes. E, com isso, chegamos ao sistema de 24 horas."

E quanto aos minutos e segundos?

A divisão de horas em 60 minutos e do minuto em 60 segundos vem do Oriente Médio – da Babilônia e, antes disso, do Imperio Sumério.
Kukula explica que essas civilizações gostavam de usar divisões em 60 partes. "Aparentemente, eles achavam que essa era uma boa forma de fracionar as coisas."

É verdade que os dias hoje são mais curtos que há alguns anos?

É o contrário. Na verdade, é muito difícil definir a duração de um dia, segundo o astrônomo britânico.
A órbita da Terra não é exatamente circular, então, o Sol não leva o mesmo tempo para chegar ao mesmo ponto do céu a cada dia.
"E a rotação da Terra não é constante, pode acelerar ou ficar mais lenta", diz Kukula. "Fenômenos como terremotos mudam o formato da crosta terrestre, e isso pode alterar o ritmo de rotação do planeta."
A Lua e e sua influência sobre as marés, a enorme quantidade de água que a gravidade da Lua movimenta na superfície da Terra, também afetam os movimentos do planeta, funcionando como um "grande freio".
"O efeito disso no longo prazo é que a rotação da Terra está desacelerando, e os dias estão ficando mais longos. Os dinossauros tinham dias mais curtos do que nós, e os de nossos descendentes serão mais longos."

Quando foi decidido que os ponteiros do relógio se moveriam para a direita?

É por uma razão astronômica, diz Kukula. A tecnologia de engrenagens de relógios remonta à Grécia antiga, mas foi só na Idade Média que relógios mecânicos se popularizaram.
"Antes disso, as pessoas usavam relógios solares para demarcar o tempo. Conforme a Terra gira e o Sol produz uma sombra no chão que se movimenta. No hemisfério norte, ela se move da esquerda para a direita, em um arco", diz o astrônomo.
"Quando começaram a ser criados relógios com faces circulares, foi possível adotar esse movimento nos dispositivos."

É possível voar rumo a oeste e chegar antes da hora em que se partiu por causa do fuso horário?

Todas as viagens levam algum tempo, então, é impossível chegar antes do horário de partida, segundo Kukula.
Mas é possível "voltar no tempo" de certa forma já que vivemos em um planeta esférico e determinamos o horário local de acordo com o sol.
"O mundo foi dividido em 24 fusos. Então, é possível ir para oeste e entrar em uma zona com outro fuso e, de repente, o horário é adiantado em uma hora", diz Kukula.
Isso torna-se mais complexo quanto mais próximos estamos do Equador, porque as zonas de fuso são mais largas nesta região do planeta.
"Você teria de viajar muito rápido, mas, se você for em direção aos polos, as zonas ficam mais estreitas, e, exatamente nos polos, você pode estar em todas as zonas ao mesmo tempo."

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Missões em Marte, superfoguetes e mais do que ciência espacial prepara para 2018

Antes restrita a poucas potências, a exploração do espaço é cada vez mais internacional - diferentes países preparam missões para este ano.




CIÊNCIA E SAÚDE



                             A Boeing trabalha para que a cápsula espacial Starliner possa transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional  (Foto: Boeing)

Dos próximos capítulos da exploração comercial do espaço ao desenvolvimento de carros equipados com motores de foguete, 2018 promete ser um ano movimentado para a ciência espacial.
A BBC selecionou algumas das novidades preparadas pelo setor para este ano, que incluem o envio de novas missões a Marte e a Mercúrio, a exploração de asteroides e o início da construção dos superfoguetes do empresário Elon Musk.
Mundo em movimento
Antes restrita a poucas potências, a exploração do espaço é cada vez mais internacional - e diferentes países preparam missões para este ano. A primeira delas, prevista para março, será a Chandrayaan 2, a nova etapa do inovador projeto de exploração lunar que a Índia iniciou em 2008.
Enquanto a tecnologia da Chandrayaan 1 permitia apenas que a sonda orbitasse em volta do satélite, a Chandrayaan 2 será capaz de aterrissar e se locomover sobre a superfície da Lua.
O lançamento, a partir do centro espacial de Satish Dhawan, em Andhra Pradesh, no sul do país, será feito com a ajuda do veículo de lançamento de satélite geosíncrono (GSLV, na sigla em inglês), desenvolvido pela agência espacial indiana, a ISRO.
Já a Nasa, agência espacial americana, planeja ir novamente a Marte em maio, com a missão InSight. Desta vez, os americanos querem investigar o que há abaixo da superfície do Planeta Vermelho.
Na tentativa de reunir evidências que esclareçam como o astro foi formado, a sonda InSight será equipada com um sismógrafo - para medir os "Marsquakes", expressão em inglês para "terremotos de Marte" - e um sensor de calor.
                     A missão InSight, da Nasa, vai monitorar os Marsquakes, que seriam os terremotos de Marte  (Foto: iStock)
Em julho, a sonda Hayabusa-2 deve chegar a seu destino, o asteroide 162173 Ryugu - um passo importante no esforço da Jaxa, agência espacial japonesa, de coletar material desses corpos rochosos e trazer para a Terra.
Sua antecessora, a Hayabusa, aterrissou no asteroide Itokawa em 2005. Após enfrentar alguns percalços - por uma série de falhas, chegou-se a questionar se a sonda conseguiria fazer o caminho de volta -, a missão retornou com uma quantidade pequena de amostras de material para análise de cientistas.
Os engenheiros da Jaxa fizeram uma série de melhorias na Hayabusa-2. A sonda fará pequenas aterrissagens no Ryugu, retirando uma quantidade maior de material da superfície que sua antecessora.
Mas o Japão não será o único país a visitar um asteroide neste ano. Lançado em 2016, o veículo espacial Osiris-Rex, da Nasa, deve chegar em agosto a 101955 Bennu, para também coletar amostras.
A agenda movimentada das missões espaciais também inclui uma empreitada conjunta da Europa e do Japão para explorar o planeta mais próximo do Sol: Mercúrio. Batizada de BepiColombo, a missão tem como objetivo ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o planeta adquirido pela Messenger, sonda espacial não-tripulada da Nasa.
A BepiColombo lançará dois veículos espaciais reunidos em uma mesma estrutura, para realizar um mapeamento detalhado e investigar o campo magnético do planeta. Com isso, os cientistas esperam ajudar a esclarecer questões-chave, como por que Mercúrio possui quantidade elevada de ferro em seu núcleo e uma camada fina de rochas de silicato na superfície.
Exploração comercial do espaço
Este também será o ano em que a empresa aeroespacial do empresário Elon Musk, a SpaceX, lançará um dos foguetes mais potentes já construídos: o Falcon Heavy.
Em dezembro, Musk provocou seus seguidores no Twitter com fotos dos bastidores da montagem da estrutura no centro espacial John F. Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos. Seu sistema de propulsão conta com dois veículos Falcon 9, que estarão em volta da estrutura central do superfoguete.
O gigante de 70 metros conseguirá enviar 54 toneladas métricas de carga ao espaço - o dobro da capacidade do foguete mais potente hoje em atividade, o Delta IV Heavy.
Além disso, abrirá espaço para que a SpaceX avance no campo de lançamento de satélites e chegue mais perto da meta de ser a primeira empresa privada a enviar astronautas à órbita da Terra.
A companhia, contudo, não está sozinha nessa corrida. Empresas como a Boeing também têm projetos para enviar naves tripuladas à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e, assim como a SpaceX, contam com apoio do governo americano.
                      Elon Musk publicou em dezembro fotos da construção do Falcon Heavy  (Foto: SpaceX)
Desde 2011, quando a Nasa aposentou seus ônibus espaciais, os Estados Unidos dependem da nave russa Soyuz, que faz viagens periódicas à estação, para chegar à ISS - fato que tem feito muitos profissionais do setor no país torcerem o nariz.
A Boeing e a SpaceX têm planos para testar seus respectivos sistemas de lançamento nos próximos anos - primeiramente com veículos não-tripulados e, na sequência, com astronautas.
Como a segunda etapa implica submeter um grupo de americanos a tecnologias completamente novas em pleno espaço sideral, nenhuma das empresas está disposta a arriscar demais - então é possível que haja atrasos no cronograma.

Mas, uma vez que os testes sejam bem-sucedidos, os dois sistemas poderão ser certificados pela agência espacial americana. E, partir daí, a SpaceX e a Boeing poderão começar a fechar contratos para transportar astronautas à agência espacial.
A Nasa também trabalha em seu próprio sistema de lançamento - a tão esperada cápsula Orion e o foguete SLS, que serão usados para enviar seres humanos além da órbita da Terra. Se tudo correr como planejado, a Orion poderia ser lançada em um teste não-tripulado em 2019 - e com astronautas, em 2021.
Velocidade máxima
E não é só a ciência espacial que deve apresentar suas supermáquinas neste ano. Após vários atrasos, o carro supersônico britânico Bloodhound deve chegar mais perto de quebrar o recorde de velocidade de um veículo em terra. A meta é atingir 1.000 milhas por hora (aproximadamente 1.600 km/h).
                     Equipado com o motor de um caça, o Bloodhound quer quebrar a barreira das 1.000 milhas por hora  (Foto: EPA)
Com um foguete acoplado ao motor de um caça do tipo Eurofighter-Typhoon, o carro já desfilou em 2017 pela pista do aeroporto de Newquay, na Cornualha, sudoeste da Inglaterra, em um teste de "baixa velocidade" - a meras 200 milhas por hora (320km/h).
Em outubro, o Bloodhound viaja para a África do Sul, com o objetivo de tentar ultrapassar o limite de 500 milhas por hora (800km/h), em meio às salinas de Hakskeen, no deserto do Kalahari.

A marca ainda é inferior ao atual recorde, de 763 milhas por hora (1.228 km/h), mas será importante para que os engenheiros envolvidos no projeto coletem as informações que permitirão ao veículo atingir velocidades ainda mais altas em 2019 e 2020.

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8 dicas para a sua horta dar certo de primeira

CASA
  VOGUE

Baseados nos principais erros de quem começa uma horta em casa, listamos os cuidados que você não pode deixar de ter

                                                 8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
POR GIOVANNA MARADEI 



Não importa se seu lar é um pequeno apartamento ou uma ampla casa com terraço, ter uma horta particular é sempre possível - embora não seja tão fácil quanto pareça no Pinterest. Nem todo mundo fala, mas para que suas mudinhas cresçam saudáveis é preciso um pouco mais do que uma jardineira, um punhado de terra e um pouco de água.

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Conversamos com Sabrina Jeha, do Sabor de Fazenda, e com a ajuda dela - e o repertório de erros e acertos cometidos pela equipe da redação da Casa Vogue, listamos 8 dicas básicas para que você não faça como a gente e acerte de primeira na horta da sua casa.

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1. Escolha um lugar bastante ensolarado
                                        8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Uma horta precisa de no mínimo quatro horas de sol por dia para se manter saudável . Se a sua cozinha não tem essa incidência de luz, por mais charmoso e prático que pareça ter os temperos ao lado do fogão, você terá que achar um novo local para seus vasinhos.

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2. Dê espaço para que elas cresçam
                              8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Muitas vezes as mudas de ervas são vendidas em charmosos vasinho, mas isso não quer dizer que é ali que elas devem ficar para o resto de suas vidas. Para que cresçam saudáveis as ervas precisam de um vaso com no mínimo 15 cm de profundidade.

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3. Fique atento à drenagem
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Para que a água não fique acumulada e a sua muda termine afogada, é preciso preparar o terreno. O vaso  (ou recipiente que for usado) deve, necessariamente, ter um furo em baixo para que a água escorra - se for uma lata, por exemplo, basta fazer um furinho com um prego. Além disso, a primeira camada precisa ser preenchida com pedras e areia. Só depois vem a terra e a planta.

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4.Veja quais ervas combinam entre si
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Nem todas as ervas vão compartilhar uma mesma jardineira de forma pacifica. Além de checar se elas demandam os mesmos cuidados quanto a iluminação, terra e rega, vale pesquisar um pouco sobre o comportamento da planta. A hortelã, por exemplo, é super espaçosa e por isso o mais recomendado é plantá-la em um vaso separado "se não ela vai sempre morrer ou matar alguma outra mudinha" comenta Sabrina

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5. Cuidado com a quantidade de água
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
É  mais comum que os marinheiros de primeira viagem matem suas hortas afogadas do que secas. As regras para regar uma planta mudam completamente de acordo com o ambiente que ela está. Tipo de vaso, temperatura, presença de vento, tudo isso influência. Por isso, o ideal é colocar a mão na terra e sentir se ela está úmida ou não. Se a superfície está seca, mas a terra está molhada mais em baixo, não é preciso regar.

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6. Não esqueça de adubar
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Além do adubo colocado na hora de plantar a muda no vaso ou na jardineira, é preciso continuar adubando a horta uma vez a cada 2 meses - pelo menos. Só assim a terra permanece fértil para que as mudas cresçam saudáveis.
7. Pode sem medo

 
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)

Não é incomum que as pessoas se apeguem as suas plantas e acabem tendo medo de podar as folhas secas ou os galhos doentes, o que no fim pode acabar prejudicando a sua plantação. O manjericão por exemplo, precisa ser bastante podado e até suas flores devem ser retiradas, caso contrário sua haste fica muito longa e fraca.
8. Colha com cuidado
8 dicas para a sua horta dar certo de primeira (Foto: Reprodução)
Arrancar com a mão apenas as folinhas que você vai usar para a próxima receita pode parecer prático, mas não é nada recomendável. Na hora de colher os itens de sua horta, o ideal é cortar um ramo, incluindo os cabinhos, com uma boa tesoura. Assim você evita abalar a estrutura da planta e deixa as condições favoráveis para que nasçam novos brotos.


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